sexta-feira, 26 de abril de 2013

Wild Belle

A dupla indie norte-americana Wild Belle, composta pelos irmãos Elliot e Natalie Bergman, trouxe ontem para a festa da Deezer, serviço global de streaming de música, o repertório de seu recém-lançado debut ‘Isles’. Com uma sonoridade pop de influências jamaicanas, foram convocados para a edição americana do Lollapalooza e também do Coachella em 2013.  Cool!

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Cucumber Eye Pads - Purederm


Estes criativos pads de algodão, imitando rodelas de pepino, são embebidos em uma solução a base de pepino real, Aloe vera, extrato de laranja, Gingko Biloba e outros ativos suavizantes. Sua ação calmante diminui as bolsas e suaviza olheiras​. Deve ser aplicado nos olhos sem maquiagem, e deixado por 10 a 15 minutos. Para maior efeito, recomenda-se deixar o potinho na geladeira antes de usá-lo. Pode ser encontrado na Amazon por U$4,50.

sábado, 20 de outubro de 2012

Carpe Diem


Uma bolinha minúscula do meu sorvete preferido


Danuza Leão
Uma só.

Quanto mais sofisticado o restaurante, menor a porção da sobremesa.
Aí a vontade que dá é de passar numa loja de conveniência, comprar um litro de sorvete bem cremoso e saborear em casa com direito a repetir quantas vezes a gente quiser, sem pensar em calorias, boas maneiras ou moderação.
O sorvete é só um exemplo do que tem sido nosso cotidiano.
A vida anda cheia de meias porções, de prazeres meia-boca, de aventuras pela metade.
A gente sai pra jantar, mas come pouco.
Vai à festa de casamento, mas resiste aos bombons.
Conquista a chamada liberdade sexual, mas tem que fingir que é difícil (a imensa maioria das mulheres continua com pavor de ser rotulada de 'fácil').
Adora tomar um banho demorado, mas se contém pra não desperdiçar os recursos do planeta.
Quer beijar aquele cara 20 anos mais novo, mas tem medo de fazer papel ridículo.
Tem vontade de ficar em casa vendo um DVD, esparramada no sofá, mas se obriga a ir malhar.
E por aí vai.
Tantos deveres, tanta preocupação em 'acertar', tanto empenho em passar na vida sem pegar recuperação...
Aí a vida vai ficando sem tempero, politicamente correta e existencialmente sem-graça, enquanto a gente vai ficando melancolicamente sem tesão...
Às vezes dá vontade de fazer tudo 'errado'.
Deixar de lado a régua, o compasso, a bússola, a balança e os 10 mandamentos.
Ser ridícula, inadequada, incoerente e não estar nem aí pro que dizem e o que pensam a nosso respeito.
Recusar prazeres incompletos e meias porções.
Até Santo Agostinho, que foi santo, uma vez se rebelou e disse uma frase mais ou menos assim:
'Deus, dai-me continência e castidade, mas não agora'...
Nós, que não aspiramos à santidade e estamos aqui de passagem, podemos (devemos?) desejar várias bolas de sorvete, bombons de muitos sabores, vários beijos bem dados, a água batendo sem pressa no corpo, o coração saciado.
Um dia a gente cria juízo.
Um dia.
Não tem que ser agora.
Por isso, garçom, por favor, me traga: cinco bolas de sorvete de chocolate, um sofá pra eu ver 10 episódios do 'Law and Order', uma caixa de trufas bem macias e o Richard Gere, nu, embrulhado pra presente. OK?
Não necessariamente nessa ordem.
Depois a gente vê como é que faz pra consertar o estrago...

quarta-feira, 27 de junho de 2012

terça-feira, 26 de junho de 2012

segunda-feira, 25 de junho de 2012

segunda-feira, 18 de junho de 2012

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Feliz dia de Santo Antonio!

Santo Antonio por Adriana Barra
Santo Antonio (de cabeça para baixo, claro!) por Adriana Barra

terça-feira, 5 de junho de 2012

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Bébés à la française


O livro "Bringing up Bébé", da americana radicada em Paris Pamela Druckerman, mostra bem o jeito francês de educar os filhos. A autora revela o que aprendeu com os franceses para educar seus três filhos. Alguns pontos básicos:

1. Você pode ter uma vida adulta, mesmo se você tem filhos. Pamela escreve: "Os franceses conseguiram se envolver com suas famílias, sem se tornarem obsessivos. Eles assumem que os bons pais não estão a serviço constante de seus filhos, e que não há necessidade de se sentir culpado por isso" Para mim, as noites são para os pais " uma mãe parisiense me disse. "Minha filha pode ficar conosco, se ela quiser, mas é o horário dos adultos".

2. Você pode ensinar o seu filho o ato de aprender a esperar. Pamela escreve: "É por isso que os bebês franceses que conheço dormem a noite toda ... Seus pais não os pegam no segundo em que começam a chorar, permitindo que os bebês aprendam a voltar a dormir. É também por isso que crianças francesas sentam-se alegremente em um restaurante. Ao invés de beliscar o dia todo, como as crianças americanas, a maioria deles tem que esperar até a hora de comer (as crianças francesas basicamente têm três refeições por dia e um lanche da tarde). Delphine disse que ela às vezes, compra doces para a sua filha Pauline (balas estão em exposição na maioria dos padarias). Mas Pauline não é autorizada a comer o doce até a próxima refeição do dia, mesmo que isso signifique esperar muitas horas".




3. As crianças podem passar o tempo brincando sozinhas, e isso é uma coisa boa. Pamela escreve: "Os pais franceses querem que seus filhos sejam estimulados, mas não o tempo todo. " A coisa mais importante é que ele aprenda a ser feliz sozinho", disse uma mãe francesa sobre seu filho. Em um estudo de 2004, a maioria das mães americanas disseram que incentivar um filho a jogar sozinho foi de importância média, enquanto as mães francesas disseram que era muito importante.

4. Acredite quando você diz ao seu filho: "Não!". Pamela escreve: "A autoridade é uma das peças mais impressionantes na educação francesa e talvez a mais difícil de dominar. Muitos pais franceses que conheço tem uma autoridade fácil e calma com os seus filhos, que eu só posso invejar. Quando Pauline (um bebê francês) tentou interromper a nossa conversa, Delphine (a mãe) disse: "Espere dois minutos, minha pequena. Eu estou no meio de uma conversa". Foi muito educado e firme ao mesmo tempo. Fiquei impressionada tanto pela forma doce como Delphine disse quanto pela certeza que ela tinha que a filha iria obedecê-la. Aos poucos, senti meus "nãos" vindo de um lugar mais convincente. Eles não estavam mais altos, mas eles estavam mais confiantes. 



Eu assino em baixo.

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